Ainda não é possível determinar se a droga foi responsável pela morte de Pâmela Adriana da Silva, de 21 anos, no dia 11 de maio
A estudante Pâmela Adriana da Silva, de 21 anos, consumiu ecstasy antes de morrer
Por ADILSON ROSA
O exame complementar feito com amostras do sangue e suco gástrico da jovem Pâmela Adriana da Silva, de 21 anos, aponta que ela consumiu a droga ecstasy antes de passar mal e morrer em uma festa rave no dia 11 de maio, em Cuiabá. A festa aconteceu no bairro São Gonçalo.
O resultado já foi encaminhado pela Gerência de Perícias em Toxicologia Forense ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Mato Grosso.
De acordo com o perito criminal Alisson Fagner dos Santos Trindade, o resultado confirma indícios de ecstasy no sangue e no suco gástrico da jovem.
“O legista do IML é quem vai determinar a causa da morte, mas em princípio, qualquer quantidade de ecstasy já é fatal, dependendo do organismo”, informou.
O perito alertou às pessoas sobre o efeito letal do ecstasy, pois a quantidade mínima pode matar a pessoa. “Neste caso [da Pámela], o legista vai analisar a quantidade encontrada para saber se foi responsável pela morte”, destacou.
No laudo inicial, a morte de Pâmela teve causa indeterminada. Ela morreu após chupar uma bala de mel durante uma festa rave realizada no bairro São Gonçalo, em Cuiabá, na noite sábado (11), conforme relato de familiares.
Ela começou a passar mal e foi levada ao Pronto Socorro de Cuiabá, onde morreu no domingo de manhã. Como o ecstasy tem forma de comprimido, os técnicos em necropsia acreditam que os amigos e também familiares tenham confundido o comprimido com a bala. “Ou mesmo pode ser um apelido, ninguém sabe o que transcreveu no diálogo entre amigos e familiares”, explicou um policial.
A jovem foi socorrida durante a madrugada de domingo. Amigos disseram que ela estava normal até determinado momento da festa. Em seguida, passou mal e chegou a desmaiar. Ela foi socorrida a Policlínica do Verdão e, em seguida, transferida para o PSC onde morreu no final da manhã.
Fonte: Diário de Cuiabá
Um comentário:
Não entendo porque insistem em dizer que familiares falou, familiares nem se quer foram procurados, para falar nada, pois nem a policia chegou falar com os familiares, e ela foi a essa festa no dia 12/05 saiu de casa as 03:00 da manha e chegou por volta das 03:30 e morreu as 04:00 da manhã e não no final da manhã como vocês estão dizendo, ela morreu antes de chegar na policlínica do verdão, pois quando chegou a policlínica já chegou morta isso aponta que ela morreu na festa, e só retiraram o corpo dela da festa para que não chamassem a policia, tem coisa errada ai é só a policia investigar que vai descobrir
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