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2 de out. de 2013

SANATA TEREZINHA: Inauguração de obras do MT Integrado inicia ainda este ano; 80% será feito até 2014

Maior programa de asfaltamento de estradas da história de Mato Grosso, o "MT Integrado, Sustentável e Competitivo" estará 80% concluído até o mês de dezembro de 2014. A garantia foi dada na manhã de hoje pelo secretario estadual de Transportes e Pavimentação Asfáltica, Cinézio de Oliveira (PR), ao projetar a implantação de dois mil dos 2,3 mil quilômetros previstos.

Além do "MT integrado", outros projetos de pavimentação estão sendo executados pela Septu e a expectativa é que o Estado ganhe, num prazo de dois anos, três mil novos quilômetros de asfalto. "Inicialmente, a meta seria interligar 44 cidades por asfalto, mas surgiram novas demandas que fazem que o número de asfaltamento seja maior. Estamos fazendo um programa de infraestrutura com enfoque social que não vê apenas as regiões produtoras, mas todas regiões", explicou.

Os 2,3 mil quilômetros específicos do "MT Integrado" foram divididos em 64 lotes tocados por 25 empresas. Hoje, 27 obras já estão em execução, o que representa um acréscimo de 20% na malha viária asfaltada do Estado. Ainda faltam serem lançadas 37 obras, que acontecerá ainda neste ano, já que algumas têm procedimento lento por questões ambientais.

Segundo Cínezio de Oliveira, existem obras em estágio avançado que devem ser inauguradas ainda em 2013. Ele cita como exemplo a Estrada da Baiana, entre Juara e Tapurah; pavimentação da MT-320 entre Marcelândia e Nova Santa Helena; o entroncamento das MT´s 251 e 110 de Nova Xavantina a Campinápolis; a MT-412 em Canabrava do Norte; e a MT-413 em Santa Terezinha.

De acordo com o secretário, o preço médio do quilômetro do asfalto do "MT Integrado" é R$ 900 mil. "Acho que devemos brigar pelo melhor sempre. Então, é necessário que façamos uma obra de qualidade até porque temos que prever o aumento do fluxo diante da potencialidade de Mato Grosso", explicou.

RODOANEL E MT-251

Cinézio de Oliveira anunciou que ainda nesta semana dará ordem de serviço para início das obras de construção do Rodoanel na região de Várzea Grande. O trecho de 13 quilômetros será com pista dupla e ao custo de R$ 134 milhões.

Já o Rodoanel, em Cuiabá, ainda passará por uma nova licitação, já que a obra havia sido iniciada e paralisada pela prefeitura. O Estado assumiu a responsabilidade e vai asfaltar os 43 quilômetros com previsão de gastos de R$ 360 milhões.

Em relação a duplicação da MT-251 do trevo do Manso a cidade de Chapada dos Guimarães, o secretário informou que encaminhou ao Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis) o projeto de licenciamento ambiental. "Estamos esperando a resposta", sintetizou.

Por CLÁUDIO MORAES

11 de set. de 2013

Operação retira armas e munições de circulação em Espigão do Leste

Operação retira armas e munições de circulação em Espigão do Leste

Da Redação

Uma operação da Polícia Judiciária Civil, desencadeada pela Delegacia de São Félix do Araguaia (1.200 km a Nordeste) com apoio das delegacias dos municípios de Novo Santo Antonio (1.063 km a Nordeste), Luciara (1.166 km a Nordeste), Alto Boa Vista (1.059 km a Nordeste), Canabrava do Norte (1.215 km a Nordeste), Porto Alegre do Norte (1.125 km a Nordeste), aconteceu durante o final de semana, na região do distrito de Espigão do Leste. A operação tinha o objetivo de combater invasões de terras e reduzir o número excessivo de pessoas armadas na região.

A operação teve início após uma ocorrência de roubo, no final do mês de agosto, em que aproximadamente 08 pessoas, fortemente armadas, invadiram a sede de uma fazenda e rederem o caseiro e sua esposa e os submeteram a tortura física e psicológica mediante cárcere privado e grave ameaça.

Segundo o delegado de São Félix do Araguaia, Waner Batista Franco, entre os dias 02 e 04 de setembro, investigadores permaneceram no distrito de Espigão do Leste e na região de fazendas que sofrem com as ameaças da quadrilha, fazendo um mapeamento da real situação e dos principais suspeitos e pessoas que estariam de posse de armas de fogo na região da Vila Baianos.

A operação teve inicio na zona rural de Espigão do Leste, onde sete pessoas foram detidas por posse ilegal de arma de fogo. Entre os indiciados estava um senhor de 57 anos, que segundo as investigações seria um dos principais responsáveis pela distribuição de armas e munições na região. Com o acusado, foi encontrado uma espingarda de grosso calibre, um revólver e mais de 200 munições de variados calibre, entre eles calibre 12, 357 e 38, além de um silenciador.

Ainda em diligências na zona rural, os policiais apreenderam mais armas de fogo, munições, material para recargas de cartuchos e demais apetrechos.

Na Vila Baianos, os policias cumpriram dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela Comarca de São Félix do Araguaia, com o intuito de apreender armas de fogo e produtos de origem ilícita. Em uma das residências, os policiais detiveram uma pessoa e aprenderam um revólver calibre 38, uma espingarda calibre 28 e munições. Durante o cumprimento do outro mandado, os Investigadores apreenderam diversas munições de calibre 22.

Todos os detidos foram encaminhados Delegacia de São Félix do Araguaia, onde foram ouvidos pelo delegado Waner dos Santos, que lavrou os flagrantes.

O Delegado disse que o trabalho de investigação da equipe de São Félix do Araguaia foi essencial para localizar os suspeitos.”O local onde os suspeitos estavam residindo é de difícil acesso e por diversas vezes os policiais tiveram que deslocarem a pé dentro da mata fechada”, disse o delegado.

20 de abr. de 2012

Documentário estreia no cinema expondo briga por terra em MT

De Barra do Garças - Ronaldo Couto

Foto: Sina

A luta entre índios e posseiros é um dos temas do documentário

A luta entre índios e posseiros é um dos temas do documentário

Estreia nesta sexta-feira (20) nos cinemas brasileiros o filme-documentário "Vale dos Esquecidos", que retrata o conflito por terras em uma remota região de Mato Grosso, denominado Vale do Araguaia. O filme promete causar polêmica porque também aborda a ocupação da área indígena Marãiwatsede, a Suia-Missú, que está sendo disputada por índios e posseiros.
O documentário deve percorrer os cinemas brasileiros e é muito aguardado no Vale do Araguaia, que passou a ser conhecido como Vale dos Esquecidos pela dificuldade de estradas.
O filme fala sobre a violência e o fogo utilizados por grupos rivais: índios expulsos do seu lugar de origem, posseiros em busca de um pedaço de terra, grileiros invadindo terras ilegalmente, sem-terra esperando as decisões do governo e fazendeiros brigando para manter suas propriedades.
Um relato sobre o desejo intrínseco do humano pela posse da terra, um retrato sobre a vida na Amazônia, uma obra que conta a história de um pedaço do Brasil em luta contra si mesmo. Com informações da produtora.

Fonte: Olhar Direto

4 de nov. de 2011

Leitão diz que na prática já há divisão em Mato Grosso

MARIA HELENA BENEDET  de /Sinop
As propagandas que estão sendo veiculadas na mídia nacional, convocando os eleitores para participarem do plebiscito que irá a ouvir a população sobre uma possível divisão do estado do Pará, para a criação de mais dois estados, mexeu com os ânimos dos mato-grossenses.
As autoridades, entidades e a população do município de Porto Alegre do Norte, cidade localizada na região noroeste do Estado, próximo à região do Parque do Xingu, estão convocando a população, principalmente a classe política do Estado, para uma audiência pública. A divisão de Mato Grosso será o principal assunto a ser discutido. O evento está marcado para o dia 3 de dezembro e irá discutir a criação do estado do Araguaia.
Entre os líderes políticos que estão na lista dos convidados e, provavelmente darão seu ‘pitaco’ na hora das discussões, está o deputado federal Nilson Leitão (PSDB). Muito tempo antes das discussões, Nilson já traçou a linha de seu discurso.
“Essa divisão, na verdade, já existe, quando o governo faz a destinação do orçamento do Estado. Essas regiões mais distantes, que são menos assistidas, continuam sendo desassistidas pelo governo, que permanece ausente nessas regiões mais distantes”, alfinetou. “Na prática, o que vemos é isso, um governo ausente que não chega em todo o Estado e esses municípios são obrigados a pedir migalhas para o governo, que não faz uma divisão justa do orçamento”, acrescentou.
Leitão lembrou que, antes de uma divisão de fato, é necessário que o governo esteja presente em todo o Estado e lembrou que o governador Silval Barbosa foi um dos defensores da redivisão de Mato Grosso.
“Eu estou do lado do povo. Do lado daquilo que é bom para o povo”, declarou sem se manifestar se é contra ou a favor da divisão do Estado. “Quem tem medo de discutir a divisão é quem está no governo. E agora é que quero ver defender a tese que defendeu quando não estava no governo”, disparou Leitão em relação à falta de discussões por parte do governo sobre a redivisão de Mato Grosso, lembrando que o governador Silval Barbosa, durante muito tempo, levantou a bandeira da divisão.
O presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, também deve participar das discussões, além dos deputados estaduais Baiano Filho (PMDB) e Dilmar Dal Bosco (DEM), entre outros. O debate está sendo coordenado pelo fórum “Dividir para crescer”. A divisão de Mato Grosso é um projeto do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB/RR).

Diário de Cuiabá

3 de nov. de 2011

SUIÁ-MISSÚ/MARAIWATSÉDE: GOLPE CONTRA O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

Por kalixto Guimarães/Correspondente do Araguaia


Fatos históricos relevantes e o Direito Constitucional, colocados sob o crivo do Judiciário brasileiro, gera um impasse litigioso com gravíssimas consequências de ordem política e social, para Mato Grosso.

 
A  Ação Civil Pública, impetrada pelo MPF, julgada no Tribunal Regional Federal, TRF/MT, em desfavor dos produtores e atuais ocupantes da gleba Suia-Missú, situada nos municípios de; São Félix do Araguaia e Alto Boa Vista, questionando a legitimidade do direito de propriedade que os mesmo, detém sobre a referida área, bem como, determinando a sua imediata desocupação para a implantação da virtual terra indígena, "Maraiwatséde," revela vícios imperdoáveis na condução desse longo processo, que já caminha para a sua maior idade. Não há duvidas, de que os autores da Ação, mesmo sendo representantes da União, (MPF-FUNAI, envolvendo ainda, o INCRA), uniram-se ao plano estratégico de ONGs indigenistas e ambientais, tais como; CIMI, ISA, Greenpeace e outras, para a conquista de seus objetivos declarados abertamente, de contrapor aos projetos desenvolvimentista e estruturais de iniciativas governamental e privada, que vem sendo implementados na região. A criação e plotagem da terra indígena Xavante, "maraiwatséde," em um significativo cruzamento de BRs federais; 158, 242 e 080, eixos rodoviários com logística vital para o transporte de cargas e o escoamento da crescente produção de grãos da região centro-norte, onde, se configura uma visível expansão agrícola e populacional, foi o melhor antídoto para travar tal processo. Utilizar-se das questões indígenas e transformá-las em factóides institucionais, tem servido como tática infalível do cartel indigenista.
    Assim, uma quadrilha conspiratória encastelada no seio da União, vem usando e abusando da estrutura do podêres constituídos, para burlar e produzir os elementos necessários ao "enquadramento juridico," nas barras dos Tribunais, aqueles, que interpõem aos seus planos antesoberanos. Evidente, que tais órgãos públicos do primeiro ao ultimo escalão, foram instituídos para cumprir finalidades nobres como; a preservação do patrimônio nacional e assegurar os direitos constituídos do cidadão, zelando pela ordem social e o cumprimento das leis, porém, o que se tem visto, é o prevalecimento da má conduta e da corrupção em todos os setores do serviço público. A demanda Suiá-Missú/Maraiwatséde, é um clássico exemplo comportamental desses servidores e agentes públicos, relapsos ao cumprimento de suas funções. Foi com o juízo baseado em informações e dados falsos contidos nos autos processuais da Ação Civil Pública, em laudos antropológicos forjados e  "bem" montados pela quadrilha internacional atuante na FUNAI, Ministério Publico Federal e em certas Ongs,  que o TRF/MT, sentenciou a parte acusada, inclusive, o próprio, governo de Mato Grosso, por ter distribuído os títulos agrários, que originou a grande maioria das propriedades, hoje, existentes no estado. Sendo a perícia técnica e antropológica,  peça determinante para a identificação e criação de áreas indígenas, a antropóloga, Inês Rosa Bueno, praticamente, induziu os juízes do TRF/MT, a uma decisão errônea, pois, a referida doutora, foi mais do que parcial em seu "relatório sentimental," tão carregado de subjetividades pessoais decorrentes de sua vivência com o povo xavante. Cuja doutora, é membra da Associação Brasileira de Antropologia, ABA, que por sua vez, é conveniada com o MPU e FUNAI, autores e parte interessada da Ação, daí, se explica o enredo falso e tendencioso de sua perícia, que intencionalmente, escondeu o outro lado da moeda, deixando de gravar em vídeos e fotos os sítios arqueológicos existentes, curiosamente, todos fora da área questionada, mais os depoimentos testemunhal das dezenas de habitantes "não índios," pioneiros ainda vivos, que residem na localidade. Por esta mesma razão, o primeiro relatório antrolopológico feito, foi anulado e o que se espera, é que a "estorinha" da doutora Inês, também, seja repaginada com a verdade dos fatos, para que a Justiça se oriente.
A decisão equivocada, do TRF/MT, desconsiderando a validade dos títulos emitidos pelo governo matogrossense em meados do século passado, além, de gerar um "mal estar" político entre os parlamentares e por parte do atual governador, Silval Barbosa, que já cogita a manifestação da Advocacia Geral do Estado, AGE, no processo, constitui um vergonhoso golpe ao "Estado Democrático de Direito e da ordem nacional,  deixando a grande maioria da classe produtora e de suas entidades representativas, preocupada e com a seguinte indagação; "quem vai nos garantir contra o confisco de nossas terras?" De fato, o direito de propriedade esta mais do que ameaçado, como também, toda a saga de ocupação e colonização de Mato Grosso. Prevalecendo tal jurisprudência, a história do Brasil, será jogada no lixo e certamente, o país, enfrentará em breve, uma guerra étnica, com diversos grupos tribais, reivindicando os seus territórios originários. Esse é o quadro idealizado pelos comandantes do movimento indigenista internacional, que trabalham ardilosamente para desestabilizar a ordem, o progresso e a unidade da Nação Brasileira. A normatização da "Sumula/650," pelo SupremoTribunal Federal, como parâmetro nos julgamentos dos processos referentes a criação e demarcação de terras indígenas, parece, ser a maneira mais sensata para dar um basta, no anarquismo social e institucional, estabelecido no campo e na mesa dos juízes. A defesa dos produtores da gleba Suiá-Missú, certamente, já preparou "os embargos de Declaração com pedido de efeito infringente e para fins de pré-questionamento." Tudo indica, que tal demanda vai mesmo as barras do STF, onde, se espera uma solução respeitosa e justa, para o rumoroso e complexo caso Suiá-Missú, que coloca em "cheque-mate," a competência do poder Judiciário brasileiro, em deslindar a farsa institucionalizada pelos chefões do movimento indigenista.

22 de set. de 2011

Queimadas atingem Chapada, Nobres e Pantanal em Mato Grosso

Equipes do Corpo de Bombeiros, com apoio da Defesa Civil e técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) estão atuando na contenção e combate aos incêndios florestais localizados no Pantanal, na Estação Ecológica do Taiamã,no município de Cáceres; no Parque Estadual Gruta da Lagoa Azul, nas localidades de Bom Jardim e Córrego Fundo, na Região de Nobres e no município de Chapada dos Guimarães.

O Ibama solicitou do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), da Secretaria de Segurança Pública uma aeronave para fazer um sobrevôo de reconhecimento de um incêndio florestal que atinge uma área do Parque Indígena do Xingu. Para lá foi solicitado o envio de brigadistas para conter o incêndio florestal que atinge uma área no município de Feliz Natal.

Além disso, ações diárias de rondas preventivas e combates diretos estão sendo feitos nos municípios de Rondonópolis, Sinop, Barra do Garças, Tangará da Serra, Nova Xavantina, Nova Mutum, Primavera do Leste, Alta Floresta, Pontes e Lacerda, Jaciara, Sorriso e Campo Verde, Colíder, Lucas do Rio Verde, Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nesta terça-feira (21.09), o satélite Aqua UMD Tarde, detectou em Mato Grosso, 237 focos de calor. Os municípios com maior número de focos foram Colniza, 17 focos; Feliz Natal, 11 focos; Nova Bandeirantes, 11 focos; São José do Rio Claro, com 9 focos; Peixoto de Azevedo, com 9 focos; Bom Jesus do Araguaia, 8 focos; Chapada dos Guimarães, 8 focos; Luciara, com 7 focos; Cocalinho, com 7 focos e Juara com 7 focos.

24 Horas News

19 de set. de 2011

Falta de conservação estabece caos na BR-158 e obra não "sai da placa"

A BR-158, no trecho entre Canarana e Nova Xavantina, em Mato Grosso, está um verdadeiro caos, tamanha quantidade de buracos. As péssimas condições da pista asfáltica já causaram inúmeros acidentes e inclusive mortes. O DNIT - pivô de escândalo nacional de suspeita de obras superfaturadas, informou que não sabe quando a empreiteira iniciará as obras de recuperação.

No município de Canarana, existe até uma placa indicando todos os detalhes da obra, que certamente, nunca saiu do papel. A recuperação do trecho que tem pouco mais de 130km é urgente e necessária para dar condições de escoamento da produção para a única artéria do Vale do Araguaia.

A BR-158 serve uma população de aproximadamente 300 mil habitantes espalhados por cerca de 30 cidades. Todos dependem dessa úniva via de escoamento para o transporte de cargas e para acesso médico especializado à única UTI, localizada em Barra do Garças, MT.

Por Inácio Roberto Luft
Rádio Interativa

20 de jun. de 2011

Festival São Felix do Araguaia: Botos são atração a parte no Rio Araguaia

 Rádio Eldorado FM

O Rio Araguaia desempenhou um papel de destaque na história da cidade: No passado serviu de entrada para os pioneiros, de palco para os garimpeiros e de cenário para a Guerrilha do Araguaia. Hoje é uma das maiores atrações da cidade, atendendo aos amantes dos esportes náuticos e da pesca, com peixes típicos da bacia Amazônica .

Na época da seca (de maio a outubro) surgem belíssimas praias, atração irresistível para as milhares de pessoas que aqui vêm em busca do sol e do clima alegre de verão, justamente na época em que o sul e o sudeste do país estão em pleno inverno. O toque exótico fica por conta dos saltos que os botos cinza ou cor de rosa costumam dar nos fins de tarde nas águas deste majestoso rio.

O porto é o local de embarque e desembarque para barcos, lanchas e Jet-skis no Araguaia, com arquibancadas de concreto para eventos náuticos, restaurante flutuante e lanchonetes.

24 Horas News

16 de jun. de 2011

São Félix do Araguaia:O encanto bucólico das praias do Rio Araguaia

 

Muito mais do que pesca, o Araguaia é o ambiente propício para o
esporte e passeios em suas ilhas. (Fotos: Sandra Carvalho)

Três ecossistemas muito particulares se encontram em São Félix. E é dessa mescla de Floresta Amazônica, Cerrado e Pantanal que surge a encantadora variedade de verdes que domina as margens do Araguaia em qualquer época do ano. Mas a região também tem algo muito único, especial: as chamadas praias de rio, formadas graças ao fenômeno da vazante.

Quando o Araguaia começa a baixar, em maio, os moradores festejam. Afinal, é hora de receber turistas. Eles chegam interessados em se divertir nas praias de rio - e não em apenas pescar, como os visitantes costumeiros da região.

Por sorte, o período de seca coincide com as férias escolares e famílias inteiras escolhem São Félix como destino. Música mato-grossense e barraquinhas tomam as margens do rio, modificando a rotina da pacata cidade em julho.

Gaivotas dão show a parte às margens do rio Araguaia.

Visual raro - Quis a natureza que as praias mais bonitas fossem também as mais escondidas, nos entremeios dos Rios Araguaia e das Mortes. Um capricho que você supera com 20 minutos de barco, num passeio sem chance de arrependimento.

A experiência de colocar os pés na areia fina dessas praias fica ainda mais interessante pela possibilidade de encontrar o que não poderia ser visto em zonas movimentadas, como ovinhos de gaivota camuflados no chão. É que a calmaria dessas ilhas oferece a segurança que os pássaros precisam para botar seus ovos. Se algum turista resolver assistir de camarote aos nascimento dos filhotes, as gaivotas começam a fazer uma ronda preventiva perto do ninho. Não tema: elas não chegam a atingir ninguém com seus rápidos vôos rasantes. (Bruna Fioreti/Agência Estado)

Por Festival de Praia de Sao Félix

Festival de Praia de São Félix do Araguaia

Primeira etapa do Circuito Estadual de Vôlei de Praia foi em Cáceres.

A cidade de São Félix do Araguaia, 1.150 km ao nordeste de Cuiabá, vai sediar a II Etapa do Circuito Estadual de Vôlei de Praia de 15 a 17 de julho. O evento está na programação do 23º Festival de Praia de São Felix, o maior da região, e que acontece de 9 a 31 de julho com uma vasta programação cultural e esportiva.

O presidente da Federação Mato-grossense de Vôlei, Nicanor Lopes Dias, informa que o circuito tem papel importante para as duplas por possibilitar a classificação para o ranking estadual do Circuito Banco do Brasil. “Aquela que obtém a melhor pontuação automaticamente está classificada”. A primeira etapa do Circuito Estadual de Vôlei foi realizada em Cáceres, durante o Festival Internacional de Pesca (FIP).

Para o secretário de Esportes de São Félix, Valdeci Rodrigues de Carvalho, o circuito vai atrair um público muito maior ao festival de praia. “A confirmação da realização da segunda etapa em nossa cidade é motivo de comemoração, porque São Félix sempre valorizou o esporte e, sem dúvida, o evento atrairá atletas de todo o estado para a competição”.

Por Festival de Praia de Sao Félix

27 de abr. de 2011

VILA RICA:Fazendeiro é obrigado a construir creche em Vila Rica por danos ambientais

Como pagamento de indenização em virtude de danos causados ao meio ambiente, o proprietário da Fazenda Porongaba, no município de Vila Rica, extremo nordeste de Mato Grosso, teve que realizar a reforma da creche municipal, no valor de R$ 92 mil. A obra foi inaugurada ontem (25/04). O empresário terá ainda que construir uma praça, orçada em R$ 420 mil.

De acordo com o promotor de Justiça que atua no município, João Batista de Oliveira, a viabilização da indenização foi possível após assinatura de um termo de ajustamento de conduta entre Ministério Público, município e o proprietário da fazenda. O acordo foi firmado após a Promotoria de Justiça da cidade obter uma liminar, em ação civil pública, que garantia o embargo do empreendimento agropastoril construído na referida propriedade.

“Depois de ser deferida a liminar que tornava o empreendimento embargado para exploração agropastoril, o seu representante procurou o MP para uma saída amigável e esta se tornou possível haja vista que o meio ambiente foi colocado em primeiro plano”, explicou o promotor de Justiça.

Segundo ele, o município, que assinou o TAC como anuente, também se comprometeu a disponibilizar um computador com acesso à internet, impressora e alguns utensílios necessários para o funcionamento da creche, como fogão, geladeira, centrífuga, liquidificador e batedeira. Serão realizadas ainda adequações para a melhor acomodação das crianças, além da reforma do parquinho.

A título de indenização, o proprietário da fazenda também comprometeu-se em construir uma praça na cidade com área de 3.980,34 m². A obra, orçada em R$ 420.000,00, será entregue à população em até nove meses e contará com pista de caminhada de 400 metros, parque infantil com diversos brinquedos, quiosque, academia da terceira idade, banheiros com acessibilidade, anfiteatro com palco, espaço de convivência e plantio de espécies de mudas nativas da região.

“Como forma de reparação, a empresa se comprometeu a apresentar um Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad), no prazo de seis meses, devidamente protocolizado junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, com a finalidade de se obter a Licença Ambiental Única, tudo de acordo com as normas do MT Legal”, informou o promotor de Justiça.

A maneira encontrada para a compensação, segundo ele, foi a doação anual de três mil mudas, sendo de no mínimo de cinco espécies diferentes, durante a execução do Prad, ao município de Vila Rica para distribuição aos interessados. “A empresa se obrigou a não construir, reformar, ampliar ou instalar obras ou serviços potencialmente poluidores, sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes, ou contrariando as normas legais e regulamentares pertinentes sob pena de pesadas multas e ainda a execução específica das obrigações”, acrescentou Oliveira. (Com Rádio Eldorado e Clênia Goreth)

por Sandra Carvalho

24 de fev. de 2011

Reunião define projeto para assentamentos de Confresa

A Prefeitura Municipal de Confresa, o Incra e a Empaer se reuniram na manhã desta quarta feira no auditório do Sebrae para definirem as ações operacionais do projeto de organização da produção de mudas e sementes para a recomposição da área de reserva legal e de preservação permanente dos assentamentos do município.

Na oportunidade estiveram presentes o prefeito Gaspar Lazari, o secretário de agricultura Pereira, Roberto Prado do Incra Brasília e representantes da Empaer-MT, ISA, IFMT e sindicato dos trabalhadores rurais.

Pereira explicou que o projeto foi instalado em Confresa há seis meses e visa recuperar em dois anos aproximadamente 1.800 hectares, envolvendo 900 famílias cadastradas no programa de agricultura familiar.

Em busca de diversificar os recursos das famílias o projeto vai construir seis viveiros nos assentamentos e um referencia na sede do município podendo assim auxiliar na distribuição de novas sementes e de novas tecnologias.

Como o processo de recomposição das terras leva um tempo considerável, Roberto Padro disse que o INCRA vai disponibilizar aos assentados um crédito de R$ 2.400,00 para que possam se manter nesse tempo e até mesmo custear funcionários para a área. O pagamento deste financiamento será em 24 vezes de R$ 100,00 com carência de três anos.

Por Leandro Trindade - de Confresa

Domingues revela que mentiu para o Ministério Público

Luciano Bianco Giuliani

Santa Bárbara - Em depoimento à CEI (Comissão Especial de Inquérito), que investiga supostas irregularidades em licitações da Prefeitura de Santa Bárbara d'Oeste, Osvaldo Paz Domingues declarou que mentiu ao MP (Ministério Público) quando afirmou que Mário Heins (PDT) possuía gados adquiridos com dinheiro recebido em esquema de propina. Domingues entregou à CEI, ontem, uma escritura de declaração registrada em um cartório da cidade de Cesário Lange, interior de São Paulo, e uma carta escrita à mão.

Na escritura, Domingues, que é padrinho de casamento de Heins, ainda disse que convenceu sua filha, a ex-servidora Maraísa Domingues, a mentir para o MP que o prefeito receberia propina de 24 empresas contratadas da Prefeitura. Ele não queria que parecesse uma denúncia contra o dono da empresa Forty Construção e Engenharia, por isso sua filha acabou envolvendo outras fornecedoras.

O proprietário da Forty, Walter Jorge Paulo Filho, pediu a abertura de dois inquéritos policiais em São Félix do Araguaia (MT) e em Gurupi (TO) para investigar suposto roubo de gado praticado por Domingues contra ele no ano passado. Segundo Domingues, por conta dessas acusações ele procurou o prefeito para pedir ajuda e ameaçou Heins que o envolveria no caso. O prefeito teria se negado a ajudá-lo e por isso Domingues marcou alguns gados em São Félix do Araguaia com as letras MH.

As declarações de Domingues são iguais as afirmações feitas pelo prefeito em uma coletiva realizada em janeiro deste ano. Na ocasião, Heins negou a compra de gado e ainda disse que a denúncia foi usada por Domingues para se livrar das acusações de roubo feitas por Paulo Filho.

Em 2010, Domingues, Maraisa, o vice-prefeito Luis Vanderlei Larguesa (PT), o ex-secretário do Meio Ambiente, Antonio Salustiano Filho, e o ex-diretor superintendente do DAE (Departamento de Água e Esgoto), João Augusto Giovanetti, denunciaram ao MP o suposto esquema de cobrança de propina.

Na carta, o padrinho de casamento de Heins, revela que foi procurado pelo vice-prefeito, em setembro do ano passado, para que "conversasse com o promotor". Segundo ele, Giovanetti já tinha dado seu depoimento e citado seu nome. Domingues disse que o promotor o chamou para uma "conversa informal" e que por isso não precisaria de advogado. Além disso teria assinado o depoimento por causa de sua "simplicidade". Na carta, o padrinho do prefeito chama o Larguesa, Salustiano, Giovanetti e o ex-secretário de Cultura, Paulo D'Elboux de "grupo", cujo objetivo era cassar o prefeito. Domingues ainda cita que Larguesa teria dito que isso seria fácil, pois Carlos Fontes (DEM) iria presidir a CEI e estava disposto a fazer de tudo para pedir a cassação do prefeito.

Por Renata Muniz-O Liberal

8 de fev. de 2011

Casaldáliga critica abandono do Araguaia, o genocídio dos índios e a agressão ao meio ambiente

“Eu e tu, Araguaia, somos um tempo só”. (Dom Pedro Casaldáliga)

Foto: Vanessa Lima

Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Félix do Araguaia

O bispo emérito de São Félix do Araguaia, Dom Pedro Casaldáliga, com saúde um pouco fragilizada, mas totalmente lúcido e atualizado, fala com exclusividade sobre a situação de abandono da região do Araguaia, da falta de compromisso das lideranças políticas do estado, diz que há mais genocídio que assistência aos povos indígenas e que a Hidrovia Araguaia/Tocantins representa um desastre e não uma solução. Conhecido mundialmente por suas severas críticas a má gestão pública, Dom Pedro Casaldáliga já está praticamente recuperado da intervenção cirúrgica que sofreu no final do ano passado e repousa na Prelazia de São Félix do Araguaia, onde vive há muitos anos.

ISOLAMENTO – Dom Pedro reconhece que a região do Araguaia está esquecida pelos políticos de Mato Grosso. “É preciso proporcionar um desenvolvimento harmônico a região toda, e há possibilidades disso. Há 40 anos reivindicamos estradas. Agora estão fazendo algum asfalto, mas nos dias de chuva fica tudo difícil. Os políticos já poderiam ter feito muito mais nas áreas de saúde e educação e comunicação, ainda muito precárias”, observa o bispo.

Na área de saúde, ele ressalta que se um morador do Araguaia precisa de uma intervenção cirúrgica tem que ir para Barra do Garças ou Goiânia. “Falta mesmo vontade política de atender o povo. Há muita dificuldade de infraestrutura, saúde e educação principalmente para o povo que está longe, sem comunicação. Sempre me refiro à figura heroica das professoras desses sertões, que enfrentam chuva e sol, cansaço e às vezes são mal remuneradas”, diz o religioso.

SAÚDE INDÍGENA - A respeito do alto índice de mortalidade infantil, Dom Pedro Casaldáliga lamenta que em todos os países da América Latina não se consideram os direitos fundamentais, as necessidades básicas dos povos indígenas, como suas terras, saúde e educação e que isso seria uma consequência do descrédito em relação às raízes e ao futuro dessas nações. E afirma categórico: “os povos indígenas não são tolerados”.

Outro agravante seria o fato da Funasa estar sucateada. Foi criada uma nova Secretaria de Educação Indígena, porém os próprios funcionários não tem a garantia de permanência no emprego. “A saúde no país todo está precaríssima. A gente vê, em todas as capitais, doentes jogados nos corredores. Não só os povos indígenas são mal atendimentos, mas toda a população que depende do SUS”.

O álcool é hoje o maior problema enfrentado pelos povos indígenas, sobretudo na região do Araguaia, segundo Casaldáliga, uma herança do povo branco. “Infelizmente leis que proíbem a venda do álcool não são respeitadas. Qualquer um pode comprar, e inclusive uma criança consegue comprar. Para acabar com o alcoolismo nas aldeias se exige uma política muito radical, um trabalho muito paciente porque sabemos que o álcool é uma doença que não pode ser enfrentada só com medicamento. Exige acompanhamento, educação a partir da criança. O adulto dificilmente vai se corrigir. Devemos, sim, evitar novos casos de alcoólatras. Tuberculose é outro grande problema. Quando retornei, havia 12 índios tuberculosos.”

Ele lamenta que a região do Araguaia ainda não tenha um verdadeiro hospital regional. “Se o paciente precisa buscar recursos em outro município de ônibus ou de avião também não tem condições econômicas. Eu entendo que cada município não tem estrutura para montar seu hospital, mas um hospital regional há possibilidades sim de ser construído. Os municípios têm feito a sua parte”.

HIDROVIA – Para Dom Pedro Casaldáliga, a construção da Hidrovia Araguaia/Tocantis representaria um prejuízo e não uma solução. “A hidrovia seria mais um desastre para nossa região”, analisa o líder religioso, ressaltando que técnicos isentos repetem que não há condições de viabilizar uma obra desta natureza.

Segundo o bispo, o Araguaia é um rio cujo leito varia constantemente e para suportar o movimento de uma hidrovia seria necessária uma drenagem constante para esvaziamento dos lagos o que provocaria uma mortandade de peixes.

“Alegam que uma hidrovia traria emprego, mas eu digo que com, a tecnologia atual, se apertar com dois botões ela entra em funcionamento e acabam-se as possibilidades de emprego. Muitos, inclusive políticos, reconhecem que a hidrovia seria mais um prejuízo e não solução”.

Foto: Sandra Carvalho

Dom Pedro lembra que na seca do ano passado quase foi possível atravessar o Araguaia a pé

MEIO AMBIENTE – A ocupação desordenada é vista por Dom Pedro Casaldáliga como uma grande ameaça para o meio ambiente e para o planeta. Em São Félix, por exemplo, ele vê com preocupação a ocupação das margens do rio Araguaia, cuja responsabilidade seria oficialmente da Marinha. “Os arredores de São Félix está sendo tratado sem programação, sem perspectiva. Hoje se constroem verdadeiros prédios na beira dos rios”, alerta.

Pontualmente, ele cita o projeto para construir uma praça no bairro Morrinhos. “Infelizmente se pensa em construir para as pessoas de hoje e não para o futuro. Se pensa em construir ignorando as reivindicações da terra. Agora estamos começando a acordar em relação às questões ecológicas. Hoje estamos vendo que o clima é uma ameaça para o futuro da humanidade”.

Dom Pedro faz outro alerta: “O Araguaia está sendo maltratado, o homem está fechando suas fontes e córregos, que são o alimento do rio e alguns deles estão sem possibilidade de proporcionar o que se esperava. Com essas alterações climáticas, o Araguaia está sumindo. Ano passado quase era possível atravessa-lo à pé. Isso é inadmissível”.

RESPONSABILIDADE DE TODOS – Dom Pedro Casaldáliga continua crítico em relação à má gestão do dinheiro público. Segundo ele, as autoridades investem, sobretudo, naquilo que dá grande repercussão para si próprio, como festas do aniversário da cidade, carnaval e até mesmo gastos para receber políticos. “Os gestores fazem essas despesas quando poderiam estar investindo em saúde, educação, comunicação”.

Por outro lado, o bispo emérito de São Félix do Araguaia faz uma importante observação ao lembrar que não basta o povo exigir das autoridades, mas exigir de si próprio, de sua família. “O município é a população, a região é o povo e o mundo é a humanidade. Devemos viver como cidadãos conscientes, responsáveis, fazendo das nossas famílias a base para educação cívica, respeitando as diferentes religiões, praticando a fé com consciência, pensar sempre com coerência para que todos, filhos e filhas de Deus, possamos viver com dignidade e harmonia”.

Por Sandra Carvalho

Entrevista: Vanessa Lima e Ida Aguiar/O Repórter do Araguaia

Portal de Noticias

2 de fev. de 2011

GERAL DO ARAGUAIA

 

Falta de energia prejudica captação de água em Colider

INFORME

A CAB Colíder avisa que a falta de energia que ocorreu na região da principal fonte captadora de água localizada na Estrada Carapá desde as 18 horas de ontem, terça-feira (01/01) , provocou a paralisação das atividades da Estação de Tratamento de Água (ETA) que abastece Colíder. A empresa avisa que haverá comprometimento no abastecimento de água em toda cidade. A CAB pede que os usuários economizem para evitar falta de água. A empresa espera contar com a compreensão de todos e pede colaboração no uso racional da água ate o total restabelecimento do sistema.

por Sandra Carvalho

 

Ong divulga a cultura de Poxoréu e incentiva artistas locais

Blogpox

A Associação Social e Cultural Partilhar, organização não governamental, mantém a Escola de Arte Figurativa e uma galeria com exposição permanente no centro histórico de Poxoréu.

A entidade, coordenada pelo mestre italiano Renato Zenettin, é um centro de talentos e incentivo à criatividade, revelando diversos talentos artísticos em Poxoréu.

Uma visita à galeria localizada no início da Rua Mato Grosso é manter contato direto com história artística universal, oportunidade em que se podem contemplar obras inspiradas nos imortais Van Ghog, Monet, Gauguin e outros artistas de destaques. Também é possível prestigiar a temática regional, a exemplo da tela “Garimpeiros de Poxoréu”, foto abaixo, criação da artista Edna.

Blobpox

As telas dos alunos e ex-alunos podem ser adquiridas no próprio local, com preços variando de R$ 100,00, R$ 250,00, R$ 500,00 até R$ 1.500,00. Além das telas, pode o visitante adquirir lembrancinhas da cidade com preços a partir de R$ 40,00. Outras informações pelo telefone (66) 3436-1134. (pox.zip.net)

por Sandra Carvalho

Estado é intimado a lotar delegado em Juara imediatamente

O juiz titular da segunda vara da comarca de Juara Wagner Plaza Machado Júnior determinou que o Estado de Mato Grosso remaneje um delegado de polícia para a cidade em prazo de dez dias. O magistrado deferiu antecipação dos efeitos da tutela em ação civil pública movida pelo Ministério Público e estabeleceu multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

O magistrado firmou entendimento sobre o total desrespeito do Estado ao princípio da dignidade da pessoa humana que, igualmente ao direito à segurança, é direito e garantia individual assegurado constitucionalmente, sendo obrigação do Estado intervir de maneira efetiva para essa garantia constitucional. "Assim, uma população amedrontada, visando preservar sua integridade física, bem como seu patrimônio, fica refém de marginais em seu próprio lar, fazendo com que evite gozar de outros direitos que lhe são garantidos constitucionalmente", sustentou o magistrado

Consta dos autos que o delegado titular da cidade, afastado por três meses em virtude de licença de saúde, vem sendo substituído em sistema de rodízio de delegados, sendo o período de atuação de cada um de aproximadamente 15 dias. Esse tempo tem sido insuficiente para a elucidação de crimes, posto que um delegado inicia uma investigação e não consegue concluí-la e, por mais disposto que seja seu substituto, as informações, peculiaridades e linhas de raciocínio acabam se perdendo. Desse modo, os crimes têm demorado meses para serem solucionados.

Outro fator que demonstra a impossibilidade de manutenção de apenas um delegado na cidade é a extensão territorial. O delegado de Juara é responsável pelas delegacias vizinhas de Porto dos Gaúchos, Novo Horizonte do Norte e Tabaporã. A região, conhecida como Vale do Rio Arinos, tem, somados os municípios, mais de 37 mil quilômetros de extensão, área maior que todo o Estado de Alagoas ou Sergipe, por exemplo.

O magistrado destacou que a falta de efetivo vem prejudicando a qualidade da prestação jurisdicional na Comarca de Juara, pois há expressiva quantidade de inquéritos policiais com inúmeros pedidos de dilação de prazos. Nas duas varas da comarca há mais de uma centena de inquéritos policiais que não poderiam mais ser investigados, por prescrição de prazo. Da mesma maneira, os outros inquéritos que ainda estão em trâmite e para os quais foram concedidos prazos para sua conclusão não foram concluídos por não haver contingente policial para tanto.

Na decisão, o magistrado determinou ainda a intimação do Estado de Mato Grosso para cumprimento da decisão e para que, no prazo de cinco dias, indique as provas que pretende produzir, justificando e especificando-as, sob pena de perda da prova. (Assessoria)

por Sandra Carvalho

 

Deputada Luciane foi a única a votar contra chapa liderada pelo deputado Riva

A deputada estadual Luciane Bezerra (PSB) foi a única a votar contra a chapa liderada por José Riva (PP) na eleição da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa. Luciane disse que sua posição deve-se exclusivamente ao fato de  não concordar com a formação de uma chapa única na disputa.

Luciane e Riva, presidente eleito da Assembleia, ambos de Juara, são rivais políticos no município, e representam os dois grupos políticos que se alternam no poder desde o início da cidade de Juara.

RIva, logo após a confirmação de sua reeleição para a Presidência da AL, mandou  um recado à deputada:

Com a certeza de que era dela o único voto contra, disse que a atitude da parlamentar não deveria prejudicá-la durante seu mandato. “Dirijo-me especialmente à deputada Luciane para dizer que sua posição não só será respeitada, como ela terá todas as condições de exercer seu mandato nesta Casa”, ressaltou. (Juaranet)

por Sandra Carvalho

Elismar Bezerra escreve: Os Trabalhadores, os recursos da Educação e o Ministério Público

Foi a partir da descoberta e exploração das minas auríferas e diamantíferas em Minas Gerais que o Brasil começou a tomar as “feições” de país, isto é, começou a desgarrar-se do litoral (onde vivia “tal qual os caranguejos”) e interiorizar-se; um processo que se intensificou com a descoberta dos metais e pedras preciosas em Mato Grosso e Goiás. O processo colonialista-exploratório português, com essa interiorização, foi subvertido com a fixação (povoamento) das pessoas nas regiões interioranas. Então, novos “mundos”, inicialmente referenciados no modo de vida europeu-português, foram se formando “miscigenados” com os modos de vida dos povos nativos e negros-escravos africanos. Foi-se formatando um novo espaço humano, uma nova vida. A classe trabalhadora de hoje, tem sua gênese fundada nos pobres europeus e nessa gente que naquele então estava ou sob a caça genocida e escravista, ou sob o terror da escravidão-racial e hereditária, a escravidão-mercadoria do liberalismo.

O desenvolvimento do Brasil e, particularmente de Mato Grosso, foi sempre marcado pelos conflitos sociais, políticos e econômicos entre ricos e pobres. Dentre esses conflitos se destaca a luta dos trabalhadores pelo direito à educação de qualidade para si e seus filhos. Inicialmente a educação só era garantida aos filhos dos ricos, que eram mandados por seus pais para estudar na Europa e de lá vinham “doutores” (aliás, daí é que vem esse “costume” de se chamar bacharéis em direito e medicina de “doutor”); depois, as Escolas Públicas que aqui foram instaladas e tinham qualidade os trabalhadores e seus filhos a ela não tinham acesso. Na medida em que os filhos dos trabalhadores foram acessando a Escola Pública, os ricos tiraram seus dali e os mandaram para escolas particulares, feitas para atender suas necessidades.

Com os filhos dos ricos fora da Escola Pública os governantes deixaram-na à míngua, tirando-lhe as condições materiais para um funcionamento adequado, desqualificando-a assim. Percebendo essa malandragem político-administrativa os trabalhadores, notadamente os do ensino público, colocaram nas suas pautas de reivindicações a necessidade de mais recursos para Educação e que estes se destinassem exclusivamente para a Escola Pública. Foram essas lutas que fizeram constar na Constituição Federal a obrigatoriedade de, pelos menos, 25% dos recursos públicos serem destinados à Educação.

Ocorre que a cada vitória dos trabalhadores, a classe dirigente articula mecanismos e procedimentos para anular aquela conquista. Foi assim que, depois de conquistarmos mais recursos e a exclusividade destes para a Escola Pública, governantes estão tentando desvirtuar e tornar nula essa conquista, de tal forma que o dispositivo constitucional está quase sem sentido. Tempos atrás governantes inescrupulosos, tentando burlar a lei, compravam equipamentos, produtos e serviços que nada tinham a ver com a Educação e debitavam tudo na conta da Educação; os trabalhadores perceberam isso e conseguiram parar essa ilegalidade. Agora outra esperteza está sendo praticada: na maioria dos municípios os recursos da Educação não estão sendo administrados pela Educação, pelas Secretarias de Educação. Com exceção daqueles destinados ao pagamento da folha de salários, os demais recursos estão sendo administrados por outros órgãos que nada tem a ver com Educação. As obras como construção, ampliação e reforma de escolas estão a cargo de secretaria de obras; as licitações para as compras em geral (equipamentos, carteiras, merenda, material de expediente, etc.) estão sob a responsabilidade de setores com pessoas escolhidas a dedo pelo mandatário-mor numa atitude suspeitíssima; e por ai vai. Eis porque em grande parte essas obras e equipamentos são de qualidade criminosa.

O setor da educação, geralmente sob a responsabilidade de um professor ou professora, tem ficado, por fim, com a responsabilidade apenas do processo pedagógico e do pagamento dos salários – para administrar as greves e outras mobilizações dos educadores por melhores condições de vida e trabalho. É necessário que se mude isto urgentemente. A exclusividade dos recursos para a educação só se efetivará se esses recursos forem administrados na sua totalidade pela Educação. Penso que, afirmando o espírito sob o qual foi criado na Constituição de 1988, o Ministério Público deve estudar essa situação no sentido de propor medidas que cesse esse desvirtuamento, essa esperteza.

Prof. Elismar Bezerra Arruda

por Sandra Carvalho

 

Revoltados com isolamento, políticos saem em defesa da criação do Estado do Araguaia

Foto: Sandra Carvalho

Beleza do rio Araguaia está sendo mostrada em novela da Globo

A região do Araguaia, detentora de impressionante beleza natural, poderia viver de forma promissora, contribuindo mais com o desenvolvimento do Estado, se, por exemplo, houvesse investimento na infraestrutura para a exploração do turismo. Também conhecida como “vale dos esquecidos”, a região é o retrato do abandono. Revoltados, políticos saem em defesa da criação do Estado do Araguaia.

João Abreu, ex-prefeito de São Félix do Araguaia e com uma vasta experiência em gestão municipal (prestou serviços na área contábil à maioria das prefeituras da região), é um dos que levanta a bandeira da divisão de Mato Grosso.

Foto: Sandra Carvalho

Apesar da paisagem deslumbrante, falta logística para receber turistas

“Para o Araguaia seria a redenção, porque a região ficaria autônoma, livre para divulgar suas riquezas”, observa o ex-prefeito, ressaltando que o Estado é muito grande e, segundo ele, mesmo o governador tendo a preocupação com todos os municípios, não dá conta de atender suas reais necessidades.

Tonar a região do Araguaia um Estado seria a realização de um sonho na opinião de João de Abreu. “E sou um grande defensor da criação do Estado do Araguaia porque seria a salvação para a região e seus moradores”, acrescenta ele, citando como exemplo o vizinho Tocantins, que representava um prejuízo para Goiás e hoje é um Estado promissor.

Foto: Sandra Carvalho

Festivais de praia, como o de Cocalinho, atraem turistas, mas muitos não voltam por causa do difícil acesso

“Visto a camisa e faço o que for possível para que possamos criar o Estado do Araguaia com potencial para ser uma das regiões mais promissoras do país”, conclui.

Eurimar Milhomem (PSDB), vereador em São Félix do Araguaia, é outro defensor ferrenho da divisão de Mato Grosso. “Não temos um representante na Assembleia. Quando é época de campanha todo mundo vai fazer tudo pelo Araguaia. Nós queremos apenas que nos tirem do isolamento. Eu sou a favor da divisão de Mato Grosso porque hoje nós estamos aqui esquecidos, a mil e duzentos quilômetros da nossa capital”, declara.

Foto: Sandra Carvalho

Em Luciara, pequenas pousadas sobrevivem com dificuldade

O vereador comenta que a região do Araguaia é vista como “o patinho feio do Estado” sob a alegação de não gerar renda para Mato Grosso, mesmo com suas paisagens paradisíacas. “Eu sou favorável e acho que a saída do Araguaia é a divisão. Ele só não foi dividido ainda porque o povo não se une e, enquanto isso, seremos sempre excluídos”.

Alguns dos principais problemas da região são a fala de estradas asfaltadas, pouquíssima estrutura para receber turistas, graves problemas na área de saúde, poucas escolas de formação superior ou de nível técnico.

Foto: Sandra Carvalho

Indígenas são uma curiosidade à parte na região

A Copa 2014 chegou a animar a região, mas até agora nada de concreto foi direcionado para o turismo no Araguaia e que poderia atrair milhares de pessoas do mundo inteiro. (texto de Sandra Carvalho, entrevista de Vanessa Lima, de O Repórter do Araguaia)

por Sandra Carvalho

 

Comunidade se reúne para recuperar estrada da Paranorte, em Juara

Mesmo sendo o Estado de Mato Grosso uma potência em várias áreas, se destacando em produtividade tanto na pecuária como na agricultrua, situações que predominavam ainda no período de colonização podem ser vistas em Juara. Estradas precárias e de quase nenhuma manutenção.

Isso fez com que alguns empresários do ramo madeireiro procurassem o Vereador Chico do Indea  para que ele intermediasse junto ao poder executivo meios para que juntos recuperassem parte da estrada estadual que liga a localidade Porta do Céu ao Distrito da Paranorte, sendo aproximadamente uns 45 km (MT 417).

Os madeireiros se propuseram ceder alguns maquinários para auxiliar na recuperação desse trecho. O Vereador Chico do Indea entrou em contato com o prefeito em exercício Roberto Sachetti, para repassar e intermediar a proposta dos empresários.O Prefeito de imediato acatou a idéia e ainda sugeriu ao Vereador  já que as máquinas da Prefeitura iriam se deslocar até localidade Porta do Céu para iniciar a recuperação, que se aproveitasse a ida das máquinas para recuperar os trechos críticos até lá.

O trabalhos já tiveram início na estrada que liga Juara ao Distrito da Paranorte que é uma estrada estadual, MT 338 e MT 417. Como as máquinas do consórcio  estão retidas no pátio da PM em Juara, sem poderem trabalhar, faz com que os trabalhos de recuperação das estradas estaduais recaiam para os maquinários da Prefeitura Municipal, que por sua vez deixa  as vezes de realizar o mesmo trabalho numa estrada municipal, devido ao maquinário estar trabalhando na estrada estadual.
Também houve a necessidade de se conseguir óleo diesel com produtores rurais para que o serviço seja realizado. O Vereador entrou em contato com alguns produtores e acabou conseguindo através da doação desses produtores cerca de 600 litros de óleo diesel. Quantidade essa que não será o suficiente para concluir todo o trabalho.

Mesmo os produtores rurais como também a indústria madeireira pagarem uma  alta carga tributária para o estado de MT, ainda é necessário anualmente todos se reunirem para fazer "vaquinha", para que consigam escoar seus respectivos produtos e terem o direito de ir e vir.

A importância desta estrada para economia do município é muito grande, visto que além da escoação de produtos, ela liga Juara aos municípios de Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde, Juruena e todo o nortão do estado, sem falar que ainda dentro do município de Juara ela também serve de acesso para mais de 2000 famílias que moram nos 04 grandes assentamentos do município.

Esse ano de 2011, seria um ano onde com a quantidade de maquinários que o Estado adquiriu através dos consórcios intermunicipais, acreditava-se que principalmente nas estradas estaduais o trânsito seria melhor, e  essas estradas principalmente  que cortam o município de Juara não estariam na situação tão precária que se encontra hoje.

Esta na hora do Estado olhar para esta região da mesma forma que faz nas regiões agrícolas, pois  o extrativismo e a produção pecuária proveniente deste nortão gera divisas e empregos como em toda outra parte do Estado. (Juaranet)

por Sandra Carvalho

 

Prefeitura reconhece drama e vai implantar linha de ônibus em assentamento

O secretário Municipal de Trânsito e Transporte Urbano de Cuiabá- SMTU, Edivá Pereira Alves, prometeu aos moradores da antiga Fazenda Velha, localizada na região sul da capital, que vai buscar meios para implantar uma linha do transporte coletivo cujo valor da passagem praticado é de R$ 2,50. Hoje os moradores pagam até R$ 9 pelo transporte que é feito por uma empresa particular.

Levado à reunião a convite do vereador Misael Galvão (PR), Edivá fez um compromisso com as lideranças das 13 comunidades daquela região: “Prometo que vou me empenhar ao máximo para que empresários do setor atendam esta demanda”, frisou.

Aricazinho, 21 de abril, Rio dos Couros, Farturinha, Fazenda Velha, Ribeirão da Fazenda, Buritizal, Barreiro, Barreirinho, Raizama, Formosa, Bela Vista e São Jerônimo, vão agora documentar para o secretário a realidade vivenciada pelos moradores, com o transporte, que hoje é feito por uma empresa particular, cobrando à passagem a $R 8,00, mais R$ 3,00, para carregar mercadorias, além de não cumprir a lei, do transporte gratuito, para pessoa idosa.

“A falta do transporte coletivo em nossa região, já se tornou um problema crônico, e inclusive deixamos de nos locomover até a cidade, ou até mesmo buscar remédios na policlínica do Pedra 90, devido ao alto preço cobrado pela passagem”, declarou o pequeno produtor de Buritizal, Erineu Anunciação Correia.

O vereador Misael Galvão argumentou com os presentes, que é fundamental a presença de todos nesse processo, porque é uma luta, segundo ele, que irá proporcionar uma vida mais digna as famílias da região.

 

Absurdo: Moradores de comunidades rurais de Cuiabá pagam 8 reais pelo transporte coletivo

Cerca de 6 mil pessoas que residem em 13 comunidades localizadas a 22 km do bairro Pedra 90, em Cuiabá, pagam 8 reais por uma passagem do transporte coletivo. Inda e vinda são R$ 16 reais, o valor de uma galinha caipira que os pequenos agricultores levam seis meses para tratar até o ponto de abate e venda. O serviço é prestado por uma empresa particular porque o município não mantém linha do transporte coletivo para aquela região.

Foto: Sandra Carvalho

Dona Maria precisa buscar medicamentos no PSF do Pedra 90 mas passagens são muito caras

Aposentados também pagam este mesmo valor, assim como as crianças, independente da idade. Caso o passageiro tenha mercadorias pra levar, deve pagar de dois a três reais por bagagem, dependendo do tamanho. “Esses dias eu trouxe um sacolão e um saco de milho e paguei dois reais por cada um”, conta Dalva Salomão de Carvalho, 56 anos. Ela vem duas vezes por semana a Cuiabá pra fazer um bico de faxineira. Recebe 100 reais pelo serviço e gasta 30% com as passagens de ônibus.

Maria José Salomé dos Santos, 67 anos, precisa ir frequentemente ao PSF no Pedra 90 para consultas. Os medicamentos são distribuídos gratuitamente no posto de saúde, mas ele tem que pagar 16 reais para busca-los. Como não pode ir sozinha por conta da idade, são gastos mais 16 reais com a passagem do acompanhante. “E lá na cidade não dá nem pra comer um bolo”, reclama a idosa, já que o ônibus só retorna às 16 horas.

Como não há transporte coletivo para aquela região, os moradores ficam reféns da empresa cujo serviço que custa até três vezes mais caro do que ir de Várzea Grande para Bonsucesso, Praia Grande, Pai André. Até mesmo ir para o município de Santo Antônio do Leverger fica mais barato do que ir para estes assentamentos: Aricazinho, 21 de abril, Rio dos Couros, Farturinha, Fazenda Velha, Ribeirão da Fazenda, Buritizal, Barreiro, Barreirinho, Raizamas, Formosa, Bela Vista e Pai Divina.

por Sandra Carvalho

Vereador Marquinhos de Água Boa tem novo modelo de gestão para a UCEMMAT

Foto: Sandra Carvalho

Em seu quarto mandato, o vereador Marcos Júnior Mendonça (PTB), o conhecido Marquinhos de Água Boa, tem planos para executar um novo modelo de gestão à frente da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (UCMMAT), cuja eleição para renovação da diretoria ocorrerá no dia 23 de fevereiro de 2011. Marquinhos é candidato à presidência entidade, e está otimista com as adesões que vem recebendo em todo Estado.

O vereador mantém as mesmas propostas que apresentou quando candidato à presidência na UCEMMAT na eleição passada, quando perdeu por apenas 12 votos. “Inclusive, essas propostas foram tão bem aceitas que outros vereadores que também estão concorrentes eleição as tem apresentado como se fossem de sua autoria”, observa com tranquilidade o candidato.

Uma delas é a construção da nova sede da entidade, cujo terreno foi garantido na administração de Aluizio Lima. Ele também quer transformar a sede atual em um hotel para os vereadores, que sempre vem à Cuiabá defender os interesses dos seus municípios.

“Ainda pretendemos adquirir um automóvel que possa ficar à disposição dos vereadores do interior em Cuiabá, principalmente aqueles que não possuem veículo, que são mais desprovidos de estrutura”, pontua o vereador Marquinhos.

Além destas, o vereador e candidato à presidência da UCCEMAT pretende melhorar a estrutura que já existe na área jurídica com mais profissionais, criar uma assessoria contábil dentro da entidade, além de uma equipe de auditores para fazer visitas às Câmaras e orientar os presidentes a fim de que não venham a cometer falhas em suas gestões.

Ele também quer criar uma assessoria que seja a interlocutora dos vereadores junto ao Governo do Estado, às Secretarias de Estado, na Assembleia Legislativa, Câmara Federal e Senado, facilitar o trabalho de todos os vereadores de Mato Grosso. Marquinhos reconhece que alguns deputados já atendem muito bem os vereadores, a exemplo de José Riva, mas que há necessidade de garantir acesso a todos.

O vereador entende, por outro lado, que para colocar em prática suas propostas é preciso aumentar a arrecadação da UCEMMAT, que ainda está aquém das necessidades. “Temos uma fórmula para poder aumentar essa arrecadação sem onerar as Câmaras”, tranquiliza, ressaltando que aquilo que está implantado hoje na UCEMMAT ele quer manter e melhorar, além de trazer novas opções para a entidade, a exemplo de um plano de saúde, fundamental para qualidade de vida dos vereadores, principalmente aqueles que estão muito longe dos serviços.

Sobre seus adversários neste pleito, Marquinhos lembra que “vivemos num país democrático e entendo que este é um processo que vem a engrandecer a entidade e que ela não pague pelo processo da democracia. Tanto é verdade que eu, na minha derrota por apenas 12 votos, em discurso na própria entidade, coloquei com todas as palavras que a entidade está acima de nós candidatos e em nenhum momento tentei atrapalhar a gestão atual. Muito pelo contrário, sempre me coloquei à disposição da mesa”.

Por fim, o vereador observa: “Eu deixo o meu nome à disposição de todos os vereadores de Mato Grosso, independente da cor partidária porque entendo que é uma eleição de uma entidade de vereadores e não de partidos políticos”.

por Sandra Carvalho

 

Gabriel Novis escreve: Contradições

Estem pessoas que exercem cargos importantes e conseguem transformá-los em cargos sem a mínima importância.

Outras transformam cargos sem grande importância em prioritários.

Como exemplo recente, sem medo de errar, eu lembro o Ministério do Meio Ambiente, o mais importante do Brasil, mas sempre ocupado por políticos profissionais.

Era um Ministério ocupado por representantes do loteamento do poder, e o grande responsável pela implicância dos países do primeiro mundo conosco.

Bastou a Marina Silva assumir o ministério para transformá-lo no mais importante do Brasil, respeitado pelo mundo civilizado do planeta, onde Marina é reconhecida e admirada como o próprio meio ambiente.

Deixou o cargo por pressões políticas.

Estava defendendo a natureza, mas prejudicando poderosos empresários do agronegócio.

Os resultados dessa política todos conhecem. São divulgados diariamente pela mídia nacional e internacional, em capítulos de uma novela sem fim.

No Dia Internacional do Meio Ambiente a programação do noticiário televisivo é interrompida e aparece a imagem de uma senhora totalmente desconhecida para a maioria absoluta do povo brasileiro.

Pensei logo em pane na minha televisão. Só fiquei sabendo que era substituta da Marina pela legenda colocada abaixo da sua imagem, e pela leitura da mensagem oficial sobre a data.

Claro que ninguém acreditou no que ouviu da funcionária do poder!

O Ministério sem a Marina ficou quase invisível, só encontrado com lupa e com os escândalos.

Pobre Brasil que não sabe reconhecer os seus próprios filhos!

Onde estudo é considerado coisa de imbecil, e característica de atrasado.

De gente que ainda não percebeu que o mundo agora é dos espertos.

Onde todos querem tirar proveito de tudo, contaminando todos os grupos sociais.

Como reclamam que só apresento propositalmente problema e não solução, eu farei uma concessão neste caso.

A única solução possível para esse quadro será uma bárbara revolução – pela educação.

Não vejo outra saída.

Se as coisas continuarem como estão, os únicos culpados seremos nós, que, consciente ou inconscientemente, esperamos por dias melhores.

Basta de contradições.

Gabriel Novis Neves, ex-jardineiro, médico, fundador e primeiro reitor da UFMT

Fonte: Blog 24 HorasNews

Revoltados com isolamento, políticos saem em defesa da criação do Estado do Araguaia

Foto: Sandra Carvalho

Beleza do rio Araguaia está sendo mostrada em novela da Globo

A região do Araguaia, detentora de impressionante beleza natural, poderia viver de forma promissora, contribuindo mais com o desenvolvimento do Estado, se, por exemplo, houvesse investimento na infraestrutura para a exploração do turismo. Também conhecida como “vale dos esquecidos”, a região é o retrato do abandono. Revoltados, políticos saem em defesa da criação do Estado do Araguaia.

João Abreu, ex-prefeito de São Félix do Araguaia e com uma vasta experiência em gestão municipal (prestou serviços na área contábil à maioria das prefeituras da região), é um dos que levanta a bandeira da divisão de Mato Grosso.

Foto: Sandra Carvalho

Apesar da paisagem deslumbrante, falta logística para receber turistas

“Para o Araguaia seria a redenção, porque a região ficaria autônoma, livre para divulgar suas riquezas”, observa o ex-prefeito, ressaltando que o Estado é muito grande e, segundo ele, mesmo o governador tendo a preocupação com todos os municípios, não dá conta de atender suas reais necessidades.

Tonar a região do Araguaia um Estado seria a realização de um sonho na opinião de João de Abreu. “E sou um grande defensor da criação do Estado do Araguaia porque seria a salvação para a região e seus moradores”, acrescenta ele, citando como exemplo o vizinho Tocantins, que representava um prejuízo para Goiás e hoje é um Estado promissor.

Foto: Sandra Carvalho

Festivais de praia, como o de Cocalinho, atraem turistas, mas muitos não voltam por causa do difícil acesso

“Visto a camisa e faço o que for possível para que possamos criar o Estado do Araguaia com potencial para ser uma das regiões mais promissoras do país”, conclui.

Eurimar Milhomem (PSDB), vereador em São Félix do Araguaia, é outro defensor ferrenho da divisão de Mato Grosso. “Não temos um representante na Assembleia. Quando é época de campanha todo mundo vai fazer tudo pelo Araguaia. Nós queremos apenas que nos tirem do isolamento. Eu sou a favor da divisão de Mato Grosso porque hoje nós estamos aqui esquecidos, a mil e duzentos quilômetros da nossa capital”, declara.

Foto: Sandra Carvalho

Em Luciara, pequenas pousadas sobrevivem com dificuldade

O vereador comenta que a região do Araguaia é vista como “o patinho feio do Estado” sob a alegação de não gerar renda para Mato Grosso, mesmo com suas paisagens paradisíacas. “Eu sou favorável e acho que a saída do Araguaia é a divisão. Ele só não foi dividido ainda porque o povo não se une e, enquanto isso, seremos sempre excluídos”.

Alguns dos principais problemas da região são a fala de estradas asfaltadas, pouquíssima estrutura para receber turistas, graves problemas na área de saúde, poucas escolas de formação superior ou de nível técnico.

Foto: Sandra Carvalho

Indígenas são uma curiosidade à parte na região

A Copa 2014 chegou a animar a região, mas até agora nada de concreto foi direcionado para o turismo no Araguaia e que poderia atrair milhares de pessoas do mundo inteiro. (texto de Sandra Carvalho, entrevista de Vanessa Lima, de O Repórter do Araguaia)

por Sandra Carvalho

ABV NEWS - ALTO BOA VISTA - MATO GROSSO

26 de set. de 2010

“Estudo denuncia invasão de Terras Indígenas no Mato Grosso”

Terra Indígena Maraiwatsede, dos índios Xavante, tem 90% de sua área tomada por fazendeiros. Dois projetos de soja são responsáveis pelo maior desmatamento em Unidades de Conservação do Estado, destaca levantamento. O Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis (CMA) da ONG...

Repórter Brasil lançou, nesta semana, novo estudo sobre os impactos da soja, com foco nos reflexos em Terras Indígenas (TIs) do Mato Grosso.

Maior produtor do grão no país, Mato Grosso abriga também o maior número de TIs. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2008, apenas 44 (ou 31,2%) dos 141 municípios do Estado não cultivam soja ou não tinham registro da cultura. No mesmo ano, 54 cidades (38,3%) tinham entre 10 mil e 575 mil hectares de soja. Das 78 TIs listadas pela Fundação Nacional do Índio (Funai) em terreno mato-grossense, ao menos 30 ficam em municípios com mais de 10 mil hectares de soja. Problemas inerentes à produção de soja no Cerrado, como desmatamento, desertificação, pressão sobre os territórios, contaminação de solos e de cursos d´água já têm afetado várias aldeias indígenas. Um dos casos mais graves é a invasão e o desmatamento dentro da TI Maraiwatsede. Homologada pelo governo federal em 1998 com extensão de 165 mil hectares, a área permanece com 90% de seu território tomado ilegalmente por fazendeiros e posseiros não indígenas, majoritariamente criadores de gado e produtores de soja e arroz. Estas atividades são responsáveis por um dos maiores desflorestamentos registrados em áreas protegidas no Mato Grosso: 45% da mata nativa da TI Maraiwatsede já foi destruída, como aponta o Relatório 2010 do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (ProAE) do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). Entre os invasores, estão o ex, o atual e o irmão do prefeito de Alto Boa Vista (MT), o prefeito de São Félix do Araguaia (MT), e vários vereadores. Mas são duas fazendas de soja as maiores responsáveis pelo desmatamento ilegal da área, tendo sido multadas várias vezes pelo Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e agora denunciadas também pelo Ministério Público Federal (MPF). O estudo destrincha este caso e aborda ainda a pressão da sojicultura em outras áreas, como a TI Sangradouro, também dos Xavantes, e terras de Paresi, Irantxe e Nambikwara, que passaram a cultivar soja em parcerias com fazendeiros, questionadas pelo poder público. Por fim, o relatório do CMA/Repórter Brasil discute alternativas e boas práticas do setor, como o projeto Y Ikatu Xingu, que busca recuperar as áreas degradadas da cabeceira do Rio Xingu.

Fonte: Repórter Brasil

2 de set. de 2010

São Felix do Araguaia Vendo FAZENDA: LAGO DAS PEDRAS

Uma Ótima Fazenda

Por: Selzy Quinta

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Vendo uma Excelente fazenda, no município de São Felix do Araguaia-MT, fazendo divisa com município de Alto Boa Vista-MT. Área de 3 mil há de varjão terra preta com 20% de mata virgem, ficando a 10 Km do Rio Xavantinho, com água permanente, contendo uma lateral fechada. Distante 45 Km da Rodovia Br- 158. Sendo escriturada e registrada, valor R$ 850 mil Reais, aceitamos 20% de trama.

Contato: Jones Calixto.

Fone: (063) 8452-5004, (063) - 8115-0803

E-mail: jonessindicamto@gmail.com

Contato: Calixto Guimarães

Fone: (066) 8471-4096

E-mail:Calixto_guimarães@hotmail.com

São Felix do Araguaia -MT

Temos outras fazendas, na região do Xingu.

DESCRIÇÃO

A fazenda possui água permanente.

É muito bem servida de água em toda a área, com condições de irrigação em algumas partes pelo Rio Xavantinho.

Oferece condições de utilização de maquinários de grande porte, em função da sua topografia especial (Plana ondulada).

Possui uma pequena sede, com casa de madeira.

A área pode ser perfeitamente aproveitada para reflorestamento,

Está devidamente regularizada com Matricula Escritura e Registro.

Terra ideal para o plantio de lavoura mecanizada de soja, arroz, milho entre outras.

ESPECIFICAÇÕES

Área total: 3000 ha

Altitude: 896,124 m

Latitude: 24º 07’ 33,56 975 sul

Longitude: 49º 33’ 54,30 257 oeste

LOCALIZAÇÃO

45 Km da Rodovia BR 158 Km

Município de São Felix do Araguaia-MT.

Divisa: Município de Alto Boa Vista-MT

BENFEITORIAS

Uma pequena Casa da sede de madeira

1 curral de madeira

Parte inferior do formulário

INFORMAÇÕES PARA CONTATO

Responsáveis: Contato: Jones Calixto e Calixto Guimarães.

Fone:

(063) 8452-5004

(063)- 8115-0803

(066) 8471-4096

E-mail: jonessindicamto@gmail.com

E-mail:Calixto_guimarães@hotmail.com

São Felix do Araguaia -MT

NELDO RECONHECIDO PELOS SERVIÇOS PRESTADOS

Por Calixto Guimaraes

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Como a grande maioria dos migrantes que vieram para Mato Grosso, com o sonho de trabalhar e crescer junto com esse grande Estado, Neldo, chegou em Canarana, como ele, mesmo costuma dizer e fazer;" EU ACREDITO EM QUEM TRABALHA." Pegou firme no batente da lida do campo e seguindo a tradição de seus pais, de cultivar a terra e dela tirar o sustento da familia, não demorou muito, para se consolidar economicamente, tornando-se, um produtor e empresário em potencial. Participante da vida publica de seu municipio e região, saiu candidato nas eleições passada, recebendo uma significativa votação em todo o Araguaia, pela sua desenvoltura politica, foi convidade pelo governo Maggi, a ocupar a pasta da Secretaria de Desenvolvimento Rural, realizando um trabalho serio e responsavel para o setor. Priorizando e direcionando ações politicas-administrativas ao incremento das diversas cadeias produtivas do estado com atendimento especial, aos nucleos da agricultura familiar, por ser estes os mais necessitados do apoio governamental.
Umas das ações mais importante de Neldo, frente a Secretaria, foi o seu gerenciamento  na reforma da Escola Agricola de Alto boa Vista, que para ele, deve ser transformada o mais breve possivel, em uma escola de formação tecnica e profissional, para atender tanto a demanda estundantil da região , como a crescente oferta de trabalho com mão-de-obra especializada e qualificadas, exirgência basica das atividades produtivas e comerciais do agronegócio. 

27 de ago. de 2010

Jaime ameaça expulsar os prefeitos que anunciaram apoio a Silval

Diário

O senador Jayme Campos (DEM) defendeu a expulsão dos prefeitos do partido que declararam apoio ao candidato adversário, o governador Silval Barbosa (PMDB). O democrata é aliado da chapa encabeçada pelo tucano Wilson Santos.

Sob a égide da fidelidade partidária, o parlamentar sugere que o respaldo dos gestores para Silval possa estar ligado a práticas ilícitas. “Isso é preocupante, porque existe a questão da fidelidade partidária. É preciso fazer alguma coisa, porque o partido não é um balcão de negócios”, disparou.

Jayme Campos, que também é coordenador do Comitê Político do candidato ao governo, ex-prefeito Wilson Santos, chama a atenção dos prefeitos para a posição do partido na coligação Senador Jonas Pinheiro. O deputado estadual Dilceu Dal Bosco (DEM) é vice na chapa majoritária. Diante do quadro, Jayme entende que é preciso seguir regras partidárias e ainda a orientação da legenda em torno do projeto político para as eleições de 2010.

O senador lembrou que durante a convenção da legenda, realizada no dia 26 de junho deste ano, foi confeccionada ata que confirmou a aliança do DEM com os tucanos no pleito geral. Ele rebateu ainda declarações de prefeitos do partido que alegam distanciamento entre as decisões da direção e as bases. “Teve a convenção do partido e todos sabiam da posição do partido sobre as eleições. Tem tudo em ata, então não tem como negar que desconheciam o projeto do partido ou que isso não foi discutido”, enfatizou.

O senador alertou outras legendas para que “prestem atenção” a esse tipo de situação. “Esse problema não é vivido só no DEM, mas também em outros partidos, e acho que todos deveriam avaliar isso. Como fica o partido enquanto instituição? Esse quadro enfraquece os partidos”, ponderou. Jayme disse que irá defender, junto à direção da sigla, sanções para os representantes do DEM que caminharem em desacordo com a linha eleitoral adotada para as eleições deste ano.

Na tarde de ontem o presidente regional do Democratas, Oscar Ribeiro, disse que aguarda reunião com o senador para discutir o assunto. Mas antecipou que devido à importância do contexto uma eventual expulsão de prefeitos precisa passar pelo crivo do colegiado democrata de Mato Grosso. O dirigente partidário disse que espera até o dia 3 de outubro assegurar a unidade do partido em torno da candidatura de Wilson Santos. Entretanto, admitiu que o cenário é delicado.

Nesta semana o chefe do Executivo estadual comemorou, em ato simbólico realizado na sede da coordenação de campanha, o apoio de um grupo de 17 prefeitos da região do Araguaia que respaldam seu nome na corrida ao Palácio Paiaguás. Na lista de apoiadores de Silval estão os prefeitos democratas de Santa Cruz do Xingu, Eurípedes Néri; de São José do Xingu, Gilberto Mendes Leoncini; de Alto Boa Vista, Aldecides Milhomen; e ainda de Bom Jesus do Araguaia, Aloísio Kacob.

Fantastico trae

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Fantastico trae para ti grandiosas ideas de bricolaje! 😉 Como reutilizar viejos neumaticos..! Te Encantaram

COMUNICADO

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Beka Santos

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Seja Digital fará entrega demais de mais de 260 mil kits gratuitos para a TV digital

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O sinal analógico será desligado em outros 28 municípios do estado: Abadia de Goiás, Abadiânia, Alexânia, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bela Vista de Goiás, Bonfinópolis, Brazabrantes, Caldazinha, Campo Limpo de Goiás, Caturaí, Goianápolis, Goianira, Guapó, Hidrolândia, Inhumas, Itauçu, Leopoldo de Bulhões, Nerópolis, Nova Veneza, Ouro Verde de Goiás, Pirenópolis, Santa Bárbara de Goiás, Santo Antônio de Goiás, Senador Canedo, Teresópolis de Goiás e Trindade.

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Anonimo-da-Internet

Calúnia, difamação e injúria: os crimes contra a honra.

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Estão prendendo todos os maridos que reataram o casamento este ano!!!!

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